O Estado do Rio de Janeiro está em décimo sexto lugar entre as Unidades da Federação com maior proporção da população recebendo o auxílio emergencial do COVID-19.
O percentual de fluminenses beneficiados é uma proporção similar à a média brasileira: 17% da população fluminense contra 18% no Brasil como um todo.
Os dados vêm de uma análise da Associated Press com base em informações divulgadas pelo Portal da Transparência relativas a junho.
Ao todo, 2.935.971 moradores do Estado do Rio de Janeiro receberam o auxílio em junho, o que significa um total de R$ 2.158.401.000 pagos para o Estado do Rio de Janeiro.
O Auxílio Emergencial é um benefício do governo federal para reduzir o impacto da crise econômica gerada pela pandemia do COVID-19.
O auxílio pode ser solicitado por qualquer brasileiro desempregado, trabalhador informal ou microempreendedor individual (MEI), desde que pertençam a famílias cuja renda mensal per capita seja de até R$ 522,50 ou cuja renda familiar total seja de até R$ 3.135.
O benefício é pago em três parcelas de R$ 600. Se o beneficiário é um mulher que seja a única responsável pela família, o benefício dobra para R$ 1.200 por mês.
O município fluminense que tem a maior proporção de habitantes recebendo o auxílio é São Francisco de Itabapoana, com 32% da população beneficiada. Isso representa uma proporção que é quase o dobro a da média brasileira.
Por outro lado, Resende, no sul do Estado, é o município fluminense que tem a menor proporção de moradores beneficiados, com 18%. Isso é uma proporção similar ao percentual do Brasil como um todo.








