A Seleção Brasileira encerrou sua participação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026 com a pior campanha de sua história no formato atual.
A derrota por 1 a 0 para a Bolívia, nesta terça-feira (10), em El Alto (a 4.100m de altitude), consolidou um desempenho abaixo das expectativas: 5º lugar na tabela, com 28 pontos e 51% de aproveitamento — o mais baixo desde que o torneio adotou o sistema de pontos corridos, em 1996.
Apesar do resultado negativo, o Brasil já estava classificado para a Copa de 2026 graças à vaga direta concedida aos seis primeiros colocados da América do Sul. O time ainda será cabeça de chave no sorteio do Mundial por estar entre os top 9 do ranking da FIFA. No entanto, a campanha ficou marcada por momentos críticos:
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Três técnicos diferentes: Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti;
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A pior derrota da história das Eliminatórias: 4 a 1 para a Argentina;
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Primeira vez que perdeu como mandante no ciclo.
Ancelotti, que comandou a equipe na reta final, promoveu oito mudanças no time para o jogo contra a Bolívia — incluindo a estreia de Samuel Lino (Flamengo) —, mas não evitou o revés. A Seleção não perdia para os bolivianos desde 2009.
A campanha atual supera em negatividade a de 2002 (30 pontos), quando o Brasil, mesmo com dificuldades, conquistou o pentacampeonato meses depois. No formato antigo, o 5º lugar obrigaria o país a disputar a repescagem, mas as regras atuais garantem vaga direta aos seis primeiros.
A fase é vista como um alerta para a necessidade de reorganização técnica e estrutural rumo ao Mundial de 2026, que será sediado por EUA, México e Canadá.
Da Agência Fonte Exclusiva.








