De acordo com a corporação, o sistema de monitoramento registrou perda de sinal às 18h57, acionando automaticamente o alerta na central responsável pelo acompanhamento do dispositivo eletrônico utilizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Após a ocorrência, a equipe de monitoramento entrou em contato e solicitou que o monitorado se deslocasse para uma área externa da residência, com o objetivo de restabelecer a conexão do equipamento com o satélite.
Segundo o relatório, uma equipe da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi enviada ao local às 20h04 para verificação presencial da situação. No atendimento, os agentes constataram que o dispositivo não apresentava sinais de violação.
O documento informa que a tornozeleira estava íntegra, com indicadores luminosos ativos e funcionamento considerado normal após a checagem técnica.
“Na análise restou constatado: estrutura do dispositivo intacta, LED’s acesos e com sinalização em cadência normal. Solicitação de deslocamento para visada de satélites, prontamente atendida pelo monitorado”, registrou a corporação.
Após os procedimentos de verificação, o sinal foi restabelecido e não houve necessidade de substituição do equipamento de monitoramento eletrônico.
Polícia Militar do Distrito Federal
O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde 27 de março deste ano, após condenação a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e outros crimes.
Entre as medidas impostas pelo Supremo Tribunal Federal Supremo Tribunal Federal estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, restrições ao uso de celular e redes sociais — inclusive por terceiros — além da proibição de gravações para divulgação pública.
As visitas também dependem de autorização judicial, e o monitoramento da residência é realizado por agentes da Polícia Militar do Distrito Federal.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








