*Da redação
O governo Jair Bolsonaro terá dificuldades em aprovar na Câmara dos Deputados a criação de um imposto nos moldes da antiga CPMF. A avaliação, segundo a Folha de São Paulo, é do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que nesta quarta-feira (11) se reuniu com parlamentares para discutir a reforma tributária.
A proposta do governo que deve chegar à Câmara prevê que saques e depósitos em dinheiro sejam taxados com uma alíquota inicial de 0,4%. A cobrança contempla a ideia do imposto sobre pagamentos, que vem sendo comparado à antiga CPMF.
Para os pagamentos no débito e no crédito, o alíquota inicial em estudos é de 0,2% para cada lado da operação, (pagador e recebedor). A previsão é de que as duas taxas devem crescer após a criação, porque o governo pretende usar o novo imposto para substituir gradualmente a tributação sobre os salários.
A equipe econômica considera a carga tributária que incide sobre a folha de pagamento como nociva a geração de empregos.








