O Tribunal do Júri de Belo Horizonte decidiu absolver a mulher acusada de matar um homem após flagrá-lo abusando de sua filha, de 11 anos. O caso aconteceu em março de 2025 e gerou forte repercussão social.
De acordo com o relato apresentado durante o julgamento, a mãe afirmou que foi acordada pelos gritos da criança durante a madrugada. Ao chegar ao local, encontrou o homem sobre a menina, tentando contê-la para impedir que pedisse ajuda.
Diante da situação, a mulher reagiu imediatamente para interromper o abuso. O homem acabou morto durante a ação.
Durante o julgamento, a defesa sustentou que a mãe agiu para proteger a filha em uma situação extrema, sem qualquer alternativa de evitar a agressão naquele momento.
Após análise do caso, os jurados decidiram, por maioria, afastar as acusações contra a ré e reconhecer que houve legítima defesa de terceiro — no caso, da própria criança.
Com a decisão, a mulher foi absolvida de todas as acusações. O entendimento do júri reforça o direito à proteção da vida e da integridade física em situações de risco iminente.
O caso reacende o debate sobre os limites da legítima defesa e a proteção de vítimas de violência, especialmente quando envolve crianças.
*Da Agência Fonte Exclusiva








