A diverticulite é a inflamação dos divertículos, pequenas bolsas que se formam no intestino grosso. O problema, ligado a dietas pobres em fibras e ricas em carboidratos refinados, é mais frequente em pessoas acima de 45 anos. Embora a diverticulose seja assintomática na maior parte dos casos, a inflamação pode provocar dor intensa, febre, alterações intestinais e, em casos graves, exigir cirurgia. Especialistas reforçam que hábitos como boa ingestão de fibras, hidratação adequada e prática regular de exercícios reduzem significativamente o risco.
A condição é considerada uma doença típica da vida moderna. Estudos apontam incidência baixa em populações com dietas ricas em fibras, como no Japão tradicional, e aumento significativo entre indivíduos que adotaram hábitos ocidentalizados.
A doença diverticular pode causar dor abdominal no lado esquerdo, gases, inchaço, alterações do hábito intestinal e sangramentos. Quando há inflamação, surgem sinais de diverticulite aguda, como dor súbita e intensa, febre baixa e alteração do trânsito intestinal. Em cerca de 80% dos casos, o tratamento clínico com analgésicos, antiespasmódicos e ajustes alimentares é suficiente. Porém, complicações podem exigir internação e, em último caso, cirurgia para retirada da área afetada.
Entre os fatores de risco estão pouca ingestão de fibras, obesidade, baixa hidratação, sedentarismo, fumo e uso prolongado de anti-inflamatórios. O diagnóstico é feito por tomografia, ultrassonografia e, após a crise, colonoscopia.
*Da Agência Fonte Exclusiva








