O ex-governador do Rio não pediu voto contra ou favorável ao impeachment de Dilma ao deputado Paulo Feijó |
O ex-governador Anthony Garotinho (foto acima) jamais pediria ao deputado Paulo Feijó que votasse contra ou favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. O comandante da terra do chuvisco tem um estilo parecido com Getúlio Vargas: gosta de ser interpretado. Aos bons e fieis seguidores cabe seguir o fluxo.
Até Roberto Jefferson
Neste embaraçado processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff poucas figuras foram tão notórias como o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB). Ele – que até recentemente cumpria pena como um dos próceres do mensalão -, retornou à cena política, em Brasília, como articulador e, de certa forma, conselheiro do vice-presidente Michel Temer. Foi de arrepiar. Em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo e ao programa Roda Viva, na TV Cultura, Jefferson afirmou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, é o bandido pelo qual mais torce nos últimos tempos.
Tempos sombrios
As eleições municipais no Estado do Rio prometem deixar um saldo amargo para o PMDB. Todos os candidatos da legenda, indistintamente, estarão associados ao quadro de penúria e falência do Estado do Rio de Janeiro. O secretário da Fazenda, Júlio Bueno, admite que a agonia financeira dos servidores deva perdurar até dezembro. Isso quer dizer que em pleno calendário das eleições municipais milhares de trabalhadores diretos e indiretos do Estado estarão convivendo com atrasos na folha de pagamento.
O dia da revoada
A ex-prefeita de São João da Barra (Norte Fluminense), Carla Machado (PP), é uma malvada. Vários colaboradores do governo Neco (PMDB) estão querendo abandonar o barco e lhe declarar apoio, mas ela tem orientado para que todos fiquem saboreando as benesses da máquina até a 25ª hora. A ordem é uma debandada com data e hora marcada, mas bem próximo ao dia da eleição.
Carapebus é logo ali
A CNBB está imunizando os fieis contra a praga da corrupção eleitoral. Os padres irão tratar do tema em todas as missas. Seria salutar que os bispos visitassem Carapebus, cidade do Norte Fluminense em que os eleitores promovem feirão de votos, com cadeira de praia em frente às casas. Ganha o voto quem paga mais.








