A lentidão do governo Jair Bolsonaro na transferência de renda para a população e empresas poderá ser desastrosa a curtíssimo prazo.
Estudo realizado por pesquisadores do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) destaca que a crise do coronavírus poderá deixará até 12,6 milhões desempregados, provocando uma contração recorde de quase 15% na renda dos trabalhadores.
“Isso se o governo não ampliar os instrumentos de transferência de renda à população e de ajuda a empresas para que mantenham empregos, conforme destaca reportagem da Folha de São Paulo.
O estudo foi realizado pelos pesquisadores Silvia Matos, Luana Miranda, Livio Ribeiro, Vilma Pinto, Paulo Peruchetti e Tiago Martins.
De acordo com a reportagem da Folha, mesmo com as medidas já anunciadas para garantir renda extra a trabalhadores formais e informais, que somam R$ 170 bilhões, a massa salarial deve cair 5,2%, retração recorde da série iniciada em 2003. Sem essas medidas, a queda seria de 10,3%.








