*Com Sputnik News
Em fevereiro deste ano, Carlos Victor Guerra Nagem, amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi indicado para ocupar uma gerência da Petrobras. A indicação foi defendida publicamente por Bolsonaro.
O comitê que analisa nomeações na estatal rejeitou a indicação, por considerar que o candidato não cumpria os
requisitos mínimos para ocupar a função, conforme relata Mônica Bergamo na Folha de São Paulo.
O amigo, no entanto, não ficou desamparado. Nagem foi nomeado como assessor da presidência da estatal com salário em torno de R$ 55 mil.
Qualificação profissional:
Amigo de Bolsonaro https://t.co/BGyUZ2pg8X— Felipe Basto (@felipebastoreal) June 5, 2019
No país com 13,4 milhões de desempregados, situação que afeta profissionais com qualificação e notório saber, a nomeação do amigo do presidente da República gera indagações nas redes sociais.
O tema “Amigo de Bolsonaro”, já é um dos mais comentados nesta quarta-feira (05) no Twitter, com mais de 2,3 mil citações.
O deputado Marcelo Freixo (PSol-RJ) não perdeu a oportunidade. Em sua página no Twitter, o parlamentar ironizou, afirmando que Fabrício Queiroz, ex-chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro (PS-RJ), ficará com ciúmes.
Assim o Queiroz vai ficar com ciúme… Amigo de Bolsonaro foi nomeado assessor da presidência da Petrobras com salário de R$ 55 mil. Na tal da nova política de @jairbolsonaro a mamata tem lugar cativo. https://t.co/PEXKI6R200
— Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) June 5, 2019








