Acusado pelo Ministério Público, ex-prefeito Armando Carneiro perdeu prazo para convocar testemunhas e ficou em silêncio durante depoimento; Leia mais:
Da redação
Tem um pepino gigantesco na horta do ex-prefeito de Quissamã-RJ Armando Carneiro (PSB). É daqueles que causam diarreia. Trata-se do processo que apura fraude em licitação nas obras da Estrada do Correio Imperial, em Piteiras. A ação foi protocolada em novembro de 2014.
Na audiência realizada no 24 de janeiro deste ano, a “missa” deu sinais de que vai terminar em “velório”. O advogado do ex-prefeito não compareceu a audiência. Armando afirmou que o carro do patrono enfrentou problemas mecânicos no trajeto até Fórum da cidade. A juíza Márcia Regina Sales desconfiou da prece e foi consultar os autos. A magistrada constatou que o advogado já estava destituído do processo por inércia injustificada, o que motivou a nomeação de um defensor público para atuar na defesa do réu.
Em despacho após a audiência, a magistrada relatou que Armando perdeu prazo para fornecer os endereços das testemunhas de defesa. Resultado: elas não foram convocadas. Durante interrogatório, segundo o despacho, o ex-prefeito ficou em silêncio. O processo seguiu para alegações finais do Ministério Público e da Defesa. Após esses trâmites, seguirá para sentença. Se esta tragédia fosse um romance, caberia o título de “crônica de uma morte anunciada”.
*Agência VIU!








