A cidade de Quissamã (RJ), com pouco mais de 25 mil habitantes no Norte Fluminense, é uma referência em assistência social para o Brasil, com políticas fortemente focadas no combate à fome e geração de renda.
Nos últimos anos a cidade superou crises econômicas e contabilizou resultados sociais positivos até mesmo durante o auge da pandemia da covid-19. A dinâmica é formidável: o dinheiro investido em assistência gera fluxo de renda no comércio local, porque o público assistido consome mercadorias.
A responsável pela administração exitosa é a Prefeita Fátima Pacheco, a primeira governante mulher em uma cidade que até então só fora governada por homens.
Com forte apoio popular, ela é assistente social e conseguiu estabelecer conexões políticas com o governo federal, estadual e demais cidades regionais, retirando o município do isolamento que persistiu durante décadas. Quissamã agigantou-se no plano político regional, tornando-se a pequena notável.
Ver essa foto no Instagram
O modelo de gestão passa longe da cartilha do ressentimento que pautou governos anteriores. Fátima Pacheco entra na fase final do segundo mandato estabelecendo um marco: encerrou a “era da chibata” e abriu as portas da casa grande para uma geração que foi inserida no orçamento público.
“Estamos construindo uma legado também na educação. Tivemos a melhor nota no Ideb na história de Quissamã e agora conquistamos um título para o nosso grupo político é muito valioso: o primeiro lugar em sustentabilidade no Estado”, desta a prefeita.
Recentemente, o município realizou a melhor Exposição Agropecuária de sua história, reunindo mais de 100 mil pessoas ao longo da festa. Fátima Pacheco foi entrevista pelo jornalista Roberto Barbosa na edição desta terça-feira, dia 5 de agosto, no programa Direto da Redação.







