O inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a rede fake news já tem dois suspeitos: um Guarda Civil Municipal de Indaiatuba, no interior paulista e um advogado.
Por meio de blogs, sites e contas em redes sociais, a linha maldita opera com ataques e disseminação de notícias falsas contra os ministros da Suprema Corte.
Nesta quinta-feira (21), uma força-tarefa deve iniciar operações de busca e apreensão em endereços dos suspeitos. Mas persiste a pergunta do ministro Gilmar Mendes: “Quem financia essa gente?”








