Apesar de ligações pessoais com investigados, Ministro mandou soltar empresários envolvidos em esquema de corrupção no Rio de Janeiro;
Da redação
Atendendo a um pedido da força tarefa da Operação Lava Jato, no Rio de Janeiro, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou para a presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmem Lúcia, uma solicitação para que o ministro Gilmar Mendes seja impedido de atuar no inquérito contra os empresários Jacob Barata Filho e Lélis Marcos Teixeira.
Os dois empresários são investigados por causa de um esquema de corrupção envolvendo as empresas de ônibus do Rio de Janeiro.
O argumento é que em 2013 o ministro foi padrinho de casamento da filha de Jacob Barata. O noivo é sobrinho da esposa de Gilmar Mendes.
Jacob Barata Filho é também amigo pessoal e sócio de um cunhado de Gilmar Mendes em uma empresa de transporte. E os dois empresários são clientes do escritório de advocacia em que trabalha a esposa do ministro.
Na semana passada, Gilmar Mendes mandou soltar Jacob Barata Filho e Lélis Marcos Teixeira. O procurador também pede a anulação dessa decisão.
*Agência VIU!








