A deputada Federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, foi agredida por militantes de extrema direita neste sábado (29), quando fazia o checkout no hotel Vila Galé, no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.
A parlamentar estava acompanhada da filha de 14 anos. Ela estava hospedada desde o período do carnaval.
Os militantes fascistas gritavam insultos e palavrões, mandando que a parlamentar se mudasse para Cuba, frase sempre utilizada por grupos de extrema direita em atos violentos. Gleisi Hoffmann reagiu e filmou a cena e por muito pouco não foi atingida por uma garrafa de água jogada por um dos militantes.
Neste domingo (1º), a deputada divulgou uma nota oficial em que classificou o episódio como “mais uma atitude fascista, dessa gente covarde”.
“Eu sou da paz, e política é confronto de ideias, não físico, como pretendem eles. Respondemos as agressões porque não podemos aceitar esse método fascista de intimidação, pregado e estimulado pelos Bolsonaro. Não nos intimidamos com essas abordagens toscas, sem educação e agressivas”, diz um trecho da nota.
Neste domingo, as cenas do episódio editadas passaram a ser espalhadas por milícias digitais ligadas ao bolsonarismo. A direção do Hotel, até o final da tarde deste domingo (1º), não havia se manifestado sobre o incidente.







