Com mais de 40 mil alunos matriculados nos níveis infantil e médio da rede pública, Macaé, no Norte Fluminense, também está concentrando investimentos no ensino superior.
Com 1.400 alunos matriculados, a Faculdade Municipal Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMASS) é mantida pelo governo municipal através da Cidade Universitária, complexo que abriga hoje cerca de cinco mil universitários.
Os estudantes também participam dos cursos e projetos oferecidos pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
A Cidade Universitária é mantida por meio de uma gestão compartilhada entre as instituições de ensino e a prefeitura. As instituições atuam com ofertas de cursos de graduação, pós-graduação e de incentivo a pesquisas em áreas como medicina, direito e administração, serviços que fazem parte do cotidiano da população.
Os investimento buscam atrair pesquisadores de diferentes partes do país para fomentar o conhecimento e qualificar mão de obra para um novo ciclo expansivo na economia local.
Os alunos que de outras cidades ficam alojados na Casa do Estudante. A prefeitura investe cerca de R$ 700 por mês para acolher cada um dos 73 universitários que contam hoje com o apoio necessário para dar continuidade aos estudos.
O prefeito Aluízio Júnior abraçou o conceito “Cidade do Conhecimento”, criando uma rede pública de acesso a educação de qualidade, desde o ensino infantil, até as salas das universidades. Macaé é uma das poucas cidades da zona produtora de petróleo da Bacia de Campos que definiu bem o papel que almeja desempenha no ciclo pós-petróleo.
A cidade que atuar com oferta de energia, aproveitando o gás natural extraído da Bacia de Campos e da camada do pré-sal que chegam ao terminal de Cabiúnas através do gasoduto Rota 2. E nesta nova dinâmica econômica, dentro dos paradigmas da 4ª revolução industrial, mão de obra qualificada será o grande diferencial.








