O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) está sendo investigado por práticas de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no período em que exercia mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Na quarta-feira (15), a justiça ampliou a quebra de sigilo fiscal do parlamentar determinadas no fim do mês passado.
O juiz Flávio Itabaiana determinou que a Receita Federal envie ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que comanda as investigações, todas as notas fiscais emitidas entre 2007 e 2018 em nome do filho do presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com a Folha de São Paulo, também são alvos da nova medida a mulher do senador, a dentista Fernanda Bolsonaro, a empresa em nome dele e cinco parentes do ex-chefe de gabinete Fabrício Queiroz, que seria operador do esquema.
O senador é acusado de comandar um sistema de apropriação de salários de assessores de gabinete, o que teria financiado compra de imóveis na zona sul do Rio e Barra da Tijuca, contabilizando um lucro estimado em R$ 3 milhões.








