Criada a pretexto de combater corrupção, a operação Lava Jato criou um mercado de delações premiadas.
Há fortes indícios de que advogados inescrupulosos associados a parentes ou escritórios ligados a autoridades receberam pagamentos vultosos em troca de atenuantes em punições.
Membros do Ministério Público Federal (MPF) fascinados pelos holofotes também entraram no lucrativo mercado de palestras. Tornaram-se milionários da noite para o dia. Só tem artista!
Mas o lance mais ousado da turma foi a criação de uma fundação privada para ficar com R$ 2,5 bilhões recuperados da Petrobras. O dinheiro seria drenado mediante acordo com autoridades norte-americanas celebrado com aval da Justiça Federal de Curitiba, sem que os juízes do Paraná tivessem autoridade para chancelar.
O Supremo Tribunal Federal (STF), de forma tardia, diga-se de passagem, sustou a operação prá lá de estranha. Fato notório em toda esta farra foi a proliferação de fake news em ataques aos ministros da Suprema Corte, tudo levando a crer que alguém paga a conta desses mercenários virtuais. No vídeo abaixo, o ministro Gilmar Mendes dá um indicativo que já entendeu de onde vem a fedentina.
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