O caso envolvendo Thomas Markle Sr., pai da duquesa Meghan Markle, ganhou novos desdobramentos após autoridades das Filipinas iniciarem uma investigação sobre denúncias de suposta posse de imagens de abuso sexual infantil. Em meio à repercussão, Meghan afirmou estar profundamente abalada com as informações divulgadas e voltou a explicar por que mantém distância do pai.
Em comunicado divulgado na sexta-feira (23), a esposa do príncipe Harry manifestou preocupação com possíveis vítimas e defendeu que a segurança das crianças seja prioridade. Ela também declarou que já havia recebido informações sobre acusações graves envolvendo o pai anos antes da divulgação do caso pela imprensa.
“Estou profundamente angustiada com as notícias reveladas nas últimas 24 horas, e meus pensamentos estão com qualquer criança que possa ter sido prejudicada”, afirmou Meghan, em declaração repercutida por veículos internacionais.
Meghan relata que recebeu informações anos atrás
Segundo a duquesa, uma carta contendo alegações preocupantes sobre Thomas Markle foi encaminhada à Polícia Metropolitana de Londres e ao setor responsável pela proteção real. O documento chegou posteriormente ao conhecimento dela, conforme relatou em seu comunicado.
Meghan disse que recebeu garantias de que as informações seriam investigadas. Ela também afirmou que o afastamento do pai e a decisão de não permitir contato dele com seus filhos, Archie e Lilibet, tiveram como objetivo protegê-los.
No entanto, surgiram dúvidas sobre como a denúncia anterior foi conduzida pelas autoridades britânicas. Em atualização divulgada neste sábado (24), a Polícia Metropolitana confirmou que recebeu uma carta em janeiro de 2019, mas informou que as alegações não foram compartilhadas com outros órgãos de investigação. A corporação está revisando o tratamento dado ao documento e avalia se o caso deve ser encaminhado ao órgão independente responsável por fiscalizar a atuação policial.
A polícia britânica não confirmou que tenha conduzido uma investigação criminal contra Thomas Markle naquele período.
Irmão de Meghan procurou as autoridades
As denúncias recentes vieram à tona após Thomas Markle Jr., meio-irmão de Meghan, afirmar que encontrou grande quantidade de imagens suspeitas em caixas na antiga residência do pai, em Cebu, nas Filipinas.
De acordo com relatos publicados pela imprensa britânica, o material estaria armazenado em dispositivos eletrônicos e outras mídias. Thomas Jr. afirmou ter comunicado a descoberta às autoridades filipinas e ao FBI.
O Departamento de Justiça das Filipinas confirmou que uma equipe especializada em casos de abuso e exploração sexual infantil pela internet está investigando as alegações. O FBI também declarou estar ciente do caso e que poderá prestar apoio às autoridades filipinas, conforme necessário.
Até o momento, as denúncias não foram comprovadas publicamente, e a investigação deverá apurar a natureza do material mencionado e as circunstâncias relatadas.
Thomas Markle nega as acusações
Thomas Markle Sr. rejeitou as alegações e classificou as acusações como mentirosas em declarações à imprensa britânica. Samantha Markle, filha dele e meia-irmã de Meghan, também contestou o relato apresentado por Thomas Jr.
A apuração nas Filipinas e a revisão interna da Polícia Metropolitana de Londres são procedimentos distintos. Ainda não há confirmação pública de que as acusações atuais estejam diretamente relacionadas ao conteúdo da carta recebida pela polícia britânica em 2019.
Meghan defende proteção de crianças
Ao comentar o caso, Meghan afirmou esperar que os fatos sejam esclarecidos e que a Justiça tome as medidas cabíveis caso as denúncias sejam comprovadas.
A duquesa também voltou a relacionar o afastamento familiar à preocupação com a segurança dos filhos. As autoridades seguem responsáveis por verificar as alegações, enquanto Thomas Markle mantém a negativa de envolvimento.
*Da Agência Fonte Exclusiva








