Apesar da gravidade da ocorrência e dos prejuízos à estrutura, a universidade informou que não houve feridos.
O episódio preocupa a comunidade acadêmica devido à importância dos laboratórios para o desenvolvimento de pesquisas, a formação de estudantes e a realização de atividades científicas.
Laboratórios de pesquisa foram atingidos
O prédio afetado reunia espaços destinados a diferentes áreas do conhecimento, incluindo estudos relacionados ao desenvolvimento de medicamentos, análises genéticas e tecnologia da informação.
Além dos danos à estrutura física, incêndios em ambientes de pesquisa podem comprometer equipamentos especializados, materiais científicos e experimentos em andamento. A extensão dessas possíveis perdas, entretanto, ainda depende de avaliação técnica.
O impacto sobre o calendário de atividades e a continuidade dos projetos também deverá ser dimensionado pela instituição.
Causas e prejuízos ainda precisam ser esclarecidos
As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda precisam ser esclarecidas. A avaliação das instalações será fundamental para identificar os danos e determinar quais ambientes poderão voltar a ser utilizados com segurança.
Também será necessário verificar a situação dos equipamentos e dos materiais armazenados nos laboratórios atingidos.
O caso chama a atenção para a importância das medidas de prevenção e segurança em prédios universitários, especialmente naqueles que concentram equipamentos de alto valor e atividades científicas.
Até o momento, a informação confirmada pela universidade é de que não houve vítimas.
Prejuízo estimado em R$ 100 milhões
Em atualização divulgada nesta quinta-feira (8), o reitor Alfredo Gomes estimou em aproximadamente R$ 100 milhões as perdas relacionadas a equipamentos, insumos e materiais científicos. O incêndio também comprometeu pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas, incluindo trabalhos de mestrado e doutorado.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








