A Polícia Federal encerrou a atuação no primeiro turno das Eleições 2026 com 149 ocorrências relacionadas a suspeitas de crimes eleitorais em diferentes regiões do país.
O balanço final, divulgado nesta segunda-feira (5), reúne ações realizadas no domingo (4) em 23 estados e no Distrito Federal.
Ao todo, foram instaurados 49 inquéritos e registrados 100 termos de ocorrência.
Mais de 200 pessoas foram conduzidas
Durante as operações, 204 pessoas foram conduzidas pelas autoridades para prestar esclarecimentos ou para adoção das medidas previstas em lei.
As ocorrências envolveram principalmente suspeitas de propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, incluindo casos relacionados a possível compra de votos.
Os procedimentos seguem agora para análise das autoridades competentes.
Apreensões chegaram a R$ 2,85 milhões
As ações realizadas no dia da votação resultaram ainda na apreensão de aproximadamente R$ 2,85 milhões em bens e valores.
Desse total, pouco mais de R$ 520 mil correspondem a dinheiro em espécie.
A Polícia Federal informou que os números ainda são preliminares e passarão por processo de conferência e validação.
PF já abriu mais de 1,3 mil inquéritos em 2026
O balanço do primeiro turno faz parte de uma atuação mais ampla da corporação ao longo do ano eleitoral.
Desde o início de 2026, a Polícia Federal já instaurou 1.337 inquéritos para investigar possíveis crimes relacionados às eleições.
As operações realizadas nesse período também resultaram em apreensões superiores a R$ 47,5 milhões em bens e valores.
Cerca de R$ 31 milhões desse montante correspondem a dinheiro em espécie.
Investigações continuam após a votação
O encerramento do primeiro turno não interrompe as apurações.
Os inquéritos e demais procedimentos instaurados seguirão em andamento e poderão resultar em novas diligências, perícias e encaminhamentos à Justiça Eleitoral.
A fiscalização também continuará durante a campanha para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Entre as condutas que permanecem no radar estão compra de votos, propaganda irregular e outras práticas proibidas pela legislação eleitoral.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








