O município de Carapebus, no Norte Fluminense, já transportou 13.799 pacientes para atendimentos de saúde fora do município nos primeiros sete meses de 2026. O serviço contempla moradores que precisam realizar consultas, exames, procedimentos e tratamentos especializados em outras cidades e integra as ações das secretarias municipais de Saúde e de Transporte.
Os deslocamentos são organizados a partir dos encaminhamentos feitos pela Regulação, Controle e Avaliação em Saúde. A estrutura permite que pacientes tenham acesso a serviços que não estão disponíveis na rede municipal, garantindo o transporte até as unidades indicadas para cada atendimento.
Ao todo, a operação alcança aproximadamente 44 unidades de referência em diferentes municípios do Estado do Rio de Janeiro. Entre os destinos estão instituições de referência nacional e estadual, como o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE), além da APAE e do AME.
A necessidade de deslocamento também leva moradores de Carapebus para diferentes regiões do Estado. A frota atende pacientes com destino a municípios como Campos dos Goytacazes, Niterói, Bom Jesus do Itabapoana, Itaperuna, Araruama e Saquarema, conforme o local onde o atendimento especializado foi agendado.
Somente no primeiro trimestre deste ano, foram contabilizados 5.181 transportes. Com a continuidade dos atendimentos nos meses seguintes, o número chegou a 13.799 pacientes transportados entre janeiro e julho.
O serviço de Tratamento Fora do Município (TFM) representa uma etapa importante para pacientes que dependem de assistência especializada fora de Carapebus. Em muitos casos, o atendimento pode envolver acompanhamento periódico, exames específicos ou tratamentos que exigem sucessivos deslocamentos.
Além de facilitar o acesso aos serviços de saúde, o transporte reduz uma dificuldade enfrentada por pacientes e familiares: o deslocamento até outras cidades. Para quem precisa realizar um tratamento de forma contínua, a distância pode representar custos, dificuldades logísticas e até mesmo obstáculos para manter o acompanhamento médico.
Com a organização dos trajetos a partir dos agendamentos realizados pela rede pública, as secretarias municipais conseguem programar os deslocamentos de acordo com as necessidades dos pacientes. A logística envolve diferentes destinos e horários, acompanhando a programação dos serviços de saúde para os quais os moradores foram encaminhados.
A dimensão do atendimento pode ser percebida pelo número de viagens realizadas ao longo do ano. Cada deslocamento representa um paciente que precisou sair de Carapebus para ter acesso a uma consulta, exame, procedimento ou tratamento em outra cidade.
O transporte, dessa forma, funciona como uma conexão entre os moradores do município e uma rede de atendimento que ultrapassa os limites locais. Para pacientes que dependem de serviços especializados, garantir a chegada à unidade de referência é parte fundamental da continuidade da assistência.
Os 13.799 pacientes atendidos entre janeiro e julho demonstram a importância da estrutura para a população de Carapebus. O serviço permite que moradores encaminhados pela rede pública possam acessar tratamentos e atendimentos especializados mesmo quando eles estão disponíveis apenas em outros municípios.
No caminho entre Carapebus e as unidades de referência, são percorridos quilômetros para garantir que pacientes consigam chegar aos locais onde seus atendimentos estão programados. Para quem precisa de cuidados de saúde, o transporte representa mais do que um deslocamento: é uma etapa necessária para que o tratamento possa acontecer.
*Da Agência Fonte Exclusiva








