Sobre busca e apreensão em sua casa, ex-governador afirma que autoridades foram induzidas a erro;
Da redação
O ex-governador Anthony Garotinho se pronunciou nesta terça-feira (8) sobre o mandado de busca e apreensão em sua residência, na cidade de Campos dos Goytacazes, no âmbito da Operação Caça Fantasma.
Segundo ele, a Justiça e o Ministério Público foram induzidos a erro pela “polícia política do governador Luiz Fernando Pezão”.
Os mandados autorizados pela 3ª Vara Criminal de Caxias tem como objetivo aprofundar as investigações nos negócios do empresário Fernando Trabach Gomes, preso nesta terça-feira por suspeita de praticar fraudes milionárias em licitações em várias prefeituras e no governo do Estado do Rio.
No primeiro governo de Rosinha Garotinho em Campos, em 2009, a empresa GAP, controlada pelo empresário (mas registrada em nome de um “fantasma”), manteve contrato para aluguel de ambulâncias com o município.
O contrato foi encerrado depois que empresa foi denunciada em uma reportagem da revista Época em junho de 2013.
Segue abaixo texto extraído do blog de Garotinho:
Polícia política de Pezão induz Ministério Público e Justiça a erro
Hoje pela manhã, o Ministério Público Estadual cumpriu mandado de busca e apreensão em 30 locais, determinados pela juíza Amália Regina Pinto, da Comarca de Duque de Caxias, em função de um inquérito que apura supostas irregularidades cometidas pela empresa GAP, que prestou serviços, além da Prefeitura de Campos, para diversas prefeituras do estado e do Brasil, além da própria Polícia Civil e a Alerj.
Um dos locais desses mandados de busca e apreensão foi minha residência em Campos, onde os servidores do MP Estadual, depois de realizar diligências na minha casa, constataram que não havia “nenhum tipo de documento especificado no competente mandado de busca e apreensão relacionado ao rol de empresas investigadas”.
Com isso nada levaram e deixaram a minha residência.
Confesso que fiquei surpreso com a medida, pois jamais fui instado a prestar qualquer tipo de esclarecimento a respeito do tema pela Delegacia de Polícia Fazendária, da Polícia Civil do Rio, controlada por Pezão e Picciani, que originou o pedido da pretensão cautelar, que culminou a equivocada busca e apreensão.
*Agência VIU!








