Uma guerra silenciosa pelo controle do milionário orçamento da Secretaria de Saúde de Rio das Ostras, na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro, está colocando em xeque a estabilidade da gestão municipal. O alvo é o médico Fábio Simões (MDB), secretário da pasta e vice-prefeito, que vem sofrendo ataques públicos de vereadores, incluindo insultos como “idiota”, proferidos pelo parlamentar Leo Tata (UB).
A ausência de defesa por parte de aliados do governo e o silêncio do prefeito Carlos Augusto Balthazar (PL) alimentam suspeitas de que a pressão é parte de um plano para tomar as rédeas dos R$ 245 milhões destinados à saúde, o maior orçamento direto do município.
Os bastidores da crise revelados por Roberto Barbosa
Em investigação exclusiva divulgada no programa Direto da Redação, o renomado jornalista Roberto Barbosa expôs os interesses ocultos por trás dos ataques a Simões. Segundo ele, a estratégia de “fritura” do secretário seria um movimento articulado para substituí-lo por uma figura alinhada a grupos políticos que visam controlar os recursos da saúde.
O orçamento bilionário, essencial para serviços como hospitais, medicamentos e equipamentos, tornou-se o centro de uma disputa que ameaça não apenas a gestão, mas também a população dependente do SUS na região.
Destaques da polêmica:
🔴 Orçamento em jogo: Os R$ 245 milhões da Saúde são o principal alvo da tensão. Vereadores criticam a gestão de Simões, mas não apresentam propostas concretas, levantando dúvidas sobre o verdadeiro motivo das críticas.
🔴 Ataques sem defesa: Durante sessões na Câmara, nenhum parlamentar da base do prefeito Balthazar saiu em defesa do secretário, sinalizando um possível rompimento interno.
🔴 Silêncio do prefeito: Carlos Augusto Balthazar (PL), que teria indicado Simões para o cargo, mantém-se em retranca, evitando comentários públicos sobre o caso.
🔴 Estratégia de poder: Especialistas apontam que a substituição do secretário permitiria a grupos políticos influenciar licitações, contratos e o fluxo de recursos – um risco grave em um setor vital.
Impacto na população: Serviços de saúde em risco?
Enquanto a classe política se degladia, moradores questionam se a instabilidade afetará atendimentos, compra de medicamentos ou manutenção de unidades.
“É assustador pensar que essa briga por dinheiro pode deixar nossos postos sem recursos”, comentou uma enfermeira que preferiu não se identificar.
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A disputa pelo controle da Secretaria de Saúde é legítima ou movida por interesses escusos? Deixe seu comentário na reportagem disponível na página do Portal VIU! no Youtube e participe do debate!
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*Este conteúdo foi baseado em denúncias apuradas pela equipe do jornalista Roberto Barbosa.








