A Tesla submeteu aos acionistas uma proposta que pode garantir ao CEO Elon Musk a maior remuneração corporativa da história: um pacote de até US$ 975 bilhões (cerca de R$ 5,2 trilhões). O plano, válido por dez anos, está diretamente condicionado ao alcance de metas ousadas que incluem multiplicar por oito o valor de mercado da montadora, ampliar a produção de veículos e acelerar projetos inovadores de robôs humanoides e robotáxis.
Segundo os documentos internos da companhia, uma das principais condições é que a Tesla, atualmente avaliada em torno de US$ 1 trilhão, alcance a marca de mais de US$ 8 trilhões na próxima década. Além disso, a empresa deve entregar 20 milhões de automóveis, colocar 1 milhão de robôs humanoides em circulação e viabilizar 1 milhão de robotáxis comerciais, além de alcançar 10 milhões de assinaturas do sistema FSD (direção assistida).
Se aprovado, o pacote também ampliará significativamente a participação de Musk na Tesla. O executivo, que já possui 13% das ações, poderá chegar a 25% de controle, garantindo poder majoritário e mais influência sobre as decisões estratégicas da empresa.
Especialistas ouvidos pela imprensa internacional destacam que, embora o valor cause polêmica, o plano reforça a dependência da Tesla em relação a Musk e pode redefinir os padrões de remuneração de executivos em nível global. A votação sobre o pacote está marcada para 6 de novembro, durante a assembleia anual de acionistas.
Da Agência Fonte Exclusiva.








