O presidente dos EUA Donald Trump não é apenas um inconsequente. É também um criminoso. Diante de uma pandemia, no caso do coronavírus, é responsável por uma bloqueio econômico que está provocando um genocídio no Irã, onde uma pessoa morre a cada 10 minutos afetada pela doença.
O bloqueio de Trump impede que o país importe medicamentos e insumos para combater a disseminação do vírus. Tão cruel quanto Trump é o silêncio da mídia ocidental e a omissão da Organização das Nações Unidas (ONU).
O mesmo bloqueio vigora contra a Venezuela, que está recebendo ajuda humanitária apenas da China e da Rússia.
O mundo não pode mais tolerar a existência desta supremacia criminosa dos EUA, país que não tem o menor pudor de estabelecer alianças com o terrorismo na Síria.
Há uma versão que atribui a existência do coronavírus ao contexto de uma guerra biológica com efeitos colaterais, desencadeada pelos EUA contra a China, com quem trava uma guerra comercial, e contra o Irã, onde tenta derrubar o regime dos Aiatolás.
Ainda que seja uma versão, ela ganha consistência na proporção em que se avalia um histórico genocida. EUA é dono do maior arsenal químico do planeta, assim como foi o único país do mundo a utilizar a bomba atômica.
Arrasou duas cidades, Hiroshima e Nagasaki, ao final da 2ª Guerra Mundial, quando o Japão já tinha assinado sua rendição. O fez apenas para mostrar o poderio bélico a União Soviética, que integrou as forças aliadas contra Hitler, e com qual travaria a Guerra Fria até a implosão do Muro de Berlim, em 1989.
São precedentes inequívocos que a doutrina América Primeiro, é capaz de tudo para manter um poder hegemônico, ainda mais sob o comando de Trump. Em algum momento, esses criminosos terão que ser levados ao Tribunal Penal Internacional.








