O nosso país bem que botou suas asinhas de fora nesta última eleição para o 1º Turno. Muitos votos no atual presidente Bolsonaro, MOSTRANDO A CARA DO ELEITORADO, desafiando a democracia, ao votar no Bozolino. Não é pra morrer de rir. É desgraça pra desanimar. Desgraça de choro, de vindoura miséria se sua vitória se confirmar no segundo turno.
Estava conversando com um amigo sobre eleições, quando surgiu o assunto sobre as invasões francesa e holandesa, cujos articuladores preferiram ficar em Recife e Olinda, que, à época se tornaram o centro do país província. Não foi à toa. Já eram as duas cidades mais engajadas e mais a mão para os colonizadores em busca de riquezas.
Ainda para abordar o assunto “Onde está o Brasil?”, vale lembrar que o nosso país esteve nas mãos de vários países até que Portugal pelo Tratado de Tordesilhas fez com a Espanha uma divisão do continente sul-americano. E daí?
Muito rico, tanto em minerais, pedras como em agricultura, o Brasil tornou-se uma colônia muito disputada entre vários outros que pra cá esticavam o olhar ambicioso, ávidos de apanhar o “impávido colosso” e explorá-lo.
Pois bem, e acabamos ficando com os portugueses. Fomos colonizados e até Dom João VI fomos totalmente província do colonizador, meio Brasil, meio Portugal, depois de ser Ilha de Santa Cruz, Terra de Santa Cruz, literalmente religiosa, pois de cabeça erguida o catolicismo já era imposto aos colonos e à organização da pátria ainda por ser independente. De todo esse enredo, ainda podemos ressaltar o conjunto de misturas na raça, consequentemente na cor e nas religiões, e no modus vivendi.
A independência do julgo de Portugal em 1822 trouxe marcas que podemos enxergar nas várias faixas de status dos vários países que estão enraizados no Brasil: No norte, nordeste, sudeste, centro-oeste e sul, aparecem as divergências de um país-continente, de uma única língua falante e falada, mas de vários “cantinhos” onde surgem as também mais variadas línguas, sotaques e acentos, gírias e tipos.
O que somos hoje? Sinto-me a vontade para dizer que a euforia de ser brasileiro em horas que o país disputa algo, ou é o melhor, é mera euforia, fogo no rabo, pois não temos nada pra comemorar! Estamos embicando para nos meter num buraco sem fundo. Jair Bolsonaro está aí! E não é à toa!
O velho Lula, representante maior do Velho Chico, tem que se cuidar, para também não ser engolido pela falsidade e miséria da direita brasileira, no seu posto de classe média alta, principalmente, no norte, sudeste e no sul, regiões que claramente apoiam o presidente que destruiu a cultura e as artes neste país.
No entanto, arte e cultura não morrem tão facilmente. Estão dependentes sim de verbas e de remontarmos o desmonte que foi feito em plena luz do dia. E nós permitimos sem nada dizer. A imprensa não argumenta. Mas cuidado! Vamos evitar que esse sujeito retome em 2o. mandato à Presidência do Brasil: é perigo, peste, doenças, é incultura, fome de tudo, das letras sobretudo e para os pobres a descarada falta de comida.
Brasil, NÃO! MOSTRA SUA CARA DE FELIZ!








