O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (5) que as Forças Armadas americanas realizaram com sucesso o resgate de um piloto abatido em território do
A operação, descrita como uma das mais arriscadas já conduzidas pelo país, foi detalhada pelo próprio líder na plataforma Truth Social.
Segundo Trump, o militar resgatado — identificado como coronel e integrante da tripulação — estava ferido, mas fora de perigo, após permanecer em uma região montanhosa considerada hostil, “atrás das linhas inimigas”.
De acordo com o relato, forças iranianas realizavam buscas intensas na área e estariam próximas de localizá-lo.
O presidente destacou que a missão foi acompanhada em tempo real por autoridades do alto escalão militar, incluindo o secretário de Defesa e membros do Estado-Maior Conjunto.
A operação teria mobilizado dezenas de aeronaves com armamentos avançados, sem registro de baixas entre os militares americanos.
Trump também revelou que uma ação semelhante havia sido realizada anteriormente para resgatar outro piloto envolvido no mesmo episódio, informação que não havia sido divulgada até então por razões de segurança.
Segundo ele, as duas operações ocorreram separadamente, em momentos distintos, mas dentro de território hostil.
O episódio teve início na sexta-feira (3), quando o Irã anunciou ter abatido aeronaves militares americanas em seu espaço aéreo.
Autoridades iranianas afirmaram que um caça F-35 Lightning II teria sido derrubado, enquanto veículos de imprensa dos Estados Unidos indicaram que o modelo atingido seria um caça F-15E Strike Eagle. A divergência sobre o tipo de aeronave ainda não foi esclarecida oficialmente.
Após o incidente, forças americanas iniciaram operações de busca e resgate. Durante essas ações, dois helicópteros teriam sido atingidos por disparos iranianos, conforme informações divulgadas pela emissora NBC News.
Ao comentar o resultado da missão, Trump afirmou que a ausência de mortos ou feridos entre as tropas demonstra a superioridade militar dos Estados Unidos.
O presidente também reforçou o compromisso de não abandonar soldados em campo e buscou transmitir uma mensagem de unidade nacional, classificando o episódio como motivo de orgulho para o país.
O caso ocorre em meio à escalada de tensões entre Washington e Teerã, poucos dias após declarações do próprio Trump sobre operações anteriores contra forças iranianas.
O cenário amplia as incertezas sobre os próximos desdobramentos militares e diplomáticos na região.
*Da Agência Fonte Exclusiva








