Em diferentes partes do mundo, a Sexta-Feira Santa foi marcada por manifestações de fé, tradição e, em alguns casos, tensão.
No Vaticano, o papa Papa Leão XIV protagonizou um dos momentos mais simbólicos da data ao se deitar no chão da Basílica de São Pedro, em silêncio.
O gesto de prostração, que representa humildade e entrega a Deus, marca o início da celebração da Paixão de Cristo e foi conduzido pela primeira vez por ele desde o início de seu pontificado.
Em Paris, fiéis e turistas se reuniram nos arredores da Catedral de Notre-Dame para acompanhar a tradicional Via Crucis. A procissão relembrou os momentos finais de Jesus Cristo, com orações e reflexões que interromperam a rotina da cidade.
Já na República Tcheca, uma celebração peculiar chamou a atenção. Participantes saíram às ruas com máscaras e instrumentos de madeira para simbolicamente “expulsar Judas”, figura associada à traição de Cristo.
O som das matracas acompanhou o cortejo, mantendo viva uma tradição cultural centenária.
No sul do Líbano, a data foi vivida sob forte tensão devido ao conflito na região. Procissões ocorreram com a presença de militares, enquanto moradores participaram das celebrações mesmo diante do risco de novos ataques.
Para muitos, o significado de sacrifício e renovação ganhou ainda mais força em meio ao cenário de violência.
*Da Agência Fonte Exclusiva








