Faz 90 anos desde que Aldie Mackay, gerente do hotel Drumnadrochit, na Escócia, entrou correndo em um bar para contar aos clientes que tinha acabado de testemunhar um “monstro aquático” no Lago Ness. Foi este avistamento que deu início ao mito em torno da criatura que sobrevive nas profundezas do lago — e neste fim de semana, um grupo de entusiastas realizará a maior busca por ele em pelo menos meio século.
Organizada pelo Loch Ness Centre e com equipamentos de ponta, o evento contará com uma equipe de mergulhadores e voluntários. Serão utilizados drones térmicos para captar imagens a partir de câmeras infravermelhas, além de um hidrofone capaz de identificar sinais acústicos debaixo d’água. O Centro ainda recruta “caçadores de monstros” que poderão participar virtualmente.
Ao longo dos anos, cientistas e entusiastas amadores se esforçaram para encontrar evidências de que um grande peixe — ou mesmo um réptil marinho pré-histórico, como um plesiossauro — vive no lago, que tem 230 metros de profundidade. Alan McKenna, do Loch Ness Exploration, que instruirá os voluntários sobre o que procurar e como registrar as descobertas, disse que o objetivo sempre foi “estudar”.
— Esperamos inspirar uma nova geração de entusiastas do Lago Ness e, ao se juntar a esta observação em grande escala da superfície, você terá uma verdadeira oportunidade de contribuir para este mistério fascinante que cativou tantas pessoas ao redor do mundo — disse ao jornal britânico “The Guardian”. — Sempre foi nosso objetivo estudar fenômenos que podem ser mais desafiadores de explicar.
A menção mais antiga a um monstro nas proximidades do lago remonta à Idade Média, quando o monge irlandês São Columba disse ter encontrado uma “criatura aquática” no local. Mas foi em 1933, quando o jornal “Inverness Courier” relatou o depoimento de Aldie Mackay, que a ideia ganhou atenção mundial. Na época, ela afirmou ter visto algo “parecido com uma baleia”.
No mesmo ano, George Spicer disse ao mesmo veículo que viu “uma forma de animal muito extraordinária” atravessar a estrada na frente de seu carro e desaparecer no lago. Desde a década de 1940, a criatura é conhecida como “Nessie”. Já na década de 1960, o Departamento de Investigação do Lago Ness foi criado e, em 1972, foi realizada a maior busca do lago até então.
A menção mais antiga a um monstro nas proximidades do lago remonta à Idade Média, quando o monge irlandês São Columba disse ter encontrado uma “criatura aquática” no local. Mas foi em 1933, quando o jornal “Inverness Courier” relatou o depoimento de Aldie Mackay, que a ideia ganhou atenção mundial. Na época, ela afirmou ter visto algo “parecido com uma baleia”.
No mesmo ano, George Spicer disse ao mesmo veículo que viu “uma forma de animal muito extraordinária” atravessar a estrada na frente de seu carro e desaparecer no lago. Desde a década de 1940, a criatura é conhecida como “Nessie”. Já na década de 1960, o Departamento de Investigação do Lago Ness foi criado e, em 1972, foi realizada a maior busca do lago até então.
Com informações do Jornal O GLOBO.








