Uma onda de rumores infundados sobre a morte de Donald Trump tomou conta das redes sociais na madrugada deste sábado (30), em um claro exemplo de como desinformação se espalha rapidamente.
A teoria, que se mostrou completamente falsa, foi construída a partir da interpretação equivocada de três elementos principais: a agenda pública vazia do presidente, um hematoma em sua mão que viralizou na semana passada e a bandeira americana hasteada a meio-mastro na Casa Branca.
Os rumores começaram a circular com a alegação de que a ausência de compromissos públicos oficiais e de declarações desde terça-feira (26) seriam um indicativo de que algo grave teria acontecido. O hematoma visível na mão de Trump em aparições recentes foi usado como “prova” de um suposto problema de saúde grave.
O ponto que mais combustível deu à fake news, no entanto, foi a posição da bandeira americana. Internautas afirmaram, erroneamente, que a bandeira a meio-mastro e voltada para o prédio seria um protocolo oficial para comunicar a morte de um presidente. Na realidade, a medida foi uma ordem de luto oficial pelo ataque a tiros que matou duas crianças em uma igreja em Minneapolis, conforme comunicado divulgado pela própria Casa Branca.
A farsa foi desmentida ainda na manhã de sábado, quando o presidente foi fotografado e filmado por várias agências de notícias saindo da Casa Branca com sua neta, Kai Trump, e se dirigindo para seu campo de golfe na Virgínia. Imagens e vídeos mostravam Trump usando seu característico boné vermelho da campanha “Make America Great Again”, desmentindo categoricamente os rumores de sua morte.
O caso serve como um alerta sobre a importância de checar informações e buscar fontes oficiais antes de compartilhar conteúdos sensacionais nas redes sociais.
Da Agência Fonte Exclusiva.








