O Panamá aparece como o país com o maior custo de vida da América Latina, enquanto a Venezuela ocupa o outro extremo do ranking, com o menor gasto médio mensal da região. Os dados são de um levantamento da Wise, empresa de serviços financeiros que reúne estimativas de despesas do dia a dia em diferentes países.
Para chegar aos valores, o levantamento considera diversos gastos que fazem parte do orçamento de uma pessoa, como aluguel e outras despesas com moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, impostos, cuidados pessoais, despesas com crianças e lazer.
No Panamá, uma pessoa gastaria, em média, cerca de US$ 2.180 por mês para cobrir os custos considerados na pesquisa. A moradia é um dos principais fatores que pesam no orçamento. Segundo os dados, o aluguel pode chegar a aproximadamente US$ 1.320 mensais.
Na sequência dos países mais caros da América Latina aparece a Costa Rica, com uma estimativa de US$ 2.097 por mês. O Uruguai ocupa a terceira colocação, com custo médio de US$ 1.589.
O ranking dos dez países latino-americanos com maior custo de vida também inclui a República Dominicana, com US$ 1.482 mensais; El Salvador, com US$ 1.408; México, com US$ 1.362; Argentina, com US$ 1.310; Honduras, com US$ 1.263; Chile, com US$ 1.188; e Peru, com US$ 1.038.
Venezuela aparece com menor custo de vida
Na outra ponta da lista está a Venezuela. O país aparece na 132ª posição do ranking global considerado pela Wise, com uma estimativa de gasto médio de US$ 802 por pessoa a cada mês.
A Bolívia vem logo depois, com aproximadamente US$ 883 mensais. O Paraguai aparece na sequência, com US$ 935, enquanto o Equador registra uma média de US$ 958.
O Brasil também está entre os países latino-americanos com menor custo de vida segundo os dados analisados. A estimativa aponta para um gasto médio de cerca de US$ 977 por mês para uma pessoa.
Apesar das diferenças apresentadas no ranking, os valores não representam necessariamente o quanto todas as pessoas gastam em cada país. O custo de vida pode mudar bastante de acordo com a cidade, o preço do aluguel, o padrão de consumo, os hábitos de cada pessoa e outros fatores.
Por isso, os números funcionam principalmente como uma referência para comparar o custo médio de viver em diferentes países e ajudam a mostrar como despesas básicas podem variar dentro da própria América Latina.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








