Contrariando os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho) no mês de julho, a região Norte Fluminense registrou desaceleração no mercado de trabalho, gerando 1.282 novas vagas de emprego formal no período. A desaceleração no recorte regional foi de 32,10% em relação a junho.
Contudo, Macaé liderou a geração de vagas com 1.082 vagas, seguido por Campos dos Goytacazes com 128 vagas e São João da Barra com 90 vagas, criadas no mês.
Já no acumulado do ano, a região gerou 12.077 vagas concentradas em 42,96% em Macaé; 32,55% em Macaé; 12,01% em São Francisco de Itabapoana e 10,49% em São João da Barra.
Setorialmente a indústria se destacou na região com a geração de 4.317 vagas, seguido pelo setor de serviços com 3.759 vagas, pela construção civil com 2.528 vagas, da agropecuária com 2.312 vagas e do comércio com 285 vagas no acumulado do ano. Já no Estado do Rio de Janeiro foram geradas 118.394 vagas no ano.
Já nas principais regiões do país, o mês de julho teve saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. Ao todo, foram 218.902 vagas criadas. Esse número representa um aumento superior a 0,5%, em relação ao mês anterior.
Julho trouxe também um recorde. A quantidade total de empregos ativos com carteira assinada passou de 42,239 milhões.
Os dados são do Novo Caged – o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência.
O ministro da pasta, José Carlos de Oliveira, destacou que o número de empregos criados no acumulado do ano, de quase um milhão 561 mil, supera as expectativas para 2022.
Entre os estados, São Paulo foi o que mais empregou – 67 mil trabalhadores, seguido dos estados de Minas Gerais e Paraná.
Ainda segundo o novo Caged, o salário médio de admissão em julho, em todo território nacional, foi de R$ 1.926. Comparado ao mês anterior, houve acréscimo real de R$ 15,31.
O saldo positivo foi registrado nos cinco grandes grupos de atividades econômicas, e as que mais registraram admissões foram serviços, indústria e comércio.
Em relação aos desligamentos, em julho de 2022 foram registrados quase 18 mil acordos entre empregador e empregado.
*Com informações do Diário da Guanabara.








