O avanço da inteligência artificial (IA) gera preocupações sobre o futuro do trabalho, com previsões de que milhões de postos podem desaparecer.
No entanto, nem todas as profissões estão igualmente ameaçadas. Segundo a professora Baobao Zhang, especialista em política de IA na Universidade de Syracuse (EUA), algumas carreiras tendem a resistir à automação por dependerem de habilidades humanas insubstituíveis. As informações são do portal Business Insider.
De acordo com Zhang, três grandes áreas devem se manter mais seguras:
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Trabalhos técnicos e manuais, como eletricistas e encanadores;
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Ocupações assistenciais, como enfermagem e educação infantil;
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Manufatura avançada, em que, mesmo com o uso intensivo de máquinas, a supervisão humana continua essencial.
Essas funções exigem presença física, julgamento em tempo real e empatia, características que a IA ainda não consegue reproduzir. Para a especialista, carreiras que envolvem cuidado humano direto, como a saúde e a educação, são as menos substituíveis, já que dependem de vínculos emocionais e inteligência social.
Ela acrescenta que a adaptabilidade será crucial. Aprender, reaprender e se reinventar permitirá que profissionais, mesmo em áreas sob risco de automação, encontrem novas oportunidades em um mercado em transformação.
Da Agência Fonte Exclusiva.








