Mesmo com taxa de juros de 28% ao ano, os empréstimos com garantia em joias registra expansão de 11,3%;
Da redação
A conjugação de crise econômica, desemprego e restrição de crédito ao consumidor estão aquecendo o penhor da Caixa Econômica Federal. Só no primeiro semestre de 2017, o setor movimentou R$ 7,2 bilhões em novos contratos e renovações. O número divulgado nesta terça-feira (11) representa uma expansão de 11,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
O penhor é uma linha de crédito sem burocracia, pois dispensa avaliação de risco de crédito. O cidadão que tiver um bem confeccionado em ouro, prata, diamantes, pérolas, relógio ou canetas de valor poderá levar a joia para uma avaliação especializada em uma das agências que operam o serviço no país e receber o dinheiro na hora.
Com taxa de 2,10% a.m., o penhor da Caixa pode ser renovado quantas vezes o cliente quiser. O empréstimo poderá chegar até 100% do valor do bem para clientes com conta-salário na Caixa e relacionamento com o banco. Depois de quitar o contrato, o cliente recebe seu bem de volta.
Mas é preciso ter cautela, porque as taxas de juros são altas. Enquanto os juros cobrados pelos bancos nos empréstimos consignados variam entre 1,2% e 1,5% ao mês, o que corresponde a uma taxa anual de 15% ao ano, a taxa de juros cobrada no penhor é de 28% ao ano.
*Agência VIU!








