Unidade já está sob o controle de uma associação formada por grupo asiático e brasileiro; empresa pretende priorizar quitação de dívida trabalhista e com fornecedores;
A usina Canabrava, em Campos dos Goytacazes-RJ, no interior do Estado do Rio, já está sob o comando de uma associação formada por um grupo asiático e outro brasileiro. Os novos controladores definiram que irão produzir na safra sucroalcooleira que será iniciada até o final de abril e já discutem as bases de um acordo para priorizar a quitação do passivo trabalhista e com fornecedores de cana.
O compromisso, por sinal, é a base de entendimento no processo de recuperação judicial da indústria. Será uma safra promissora para a economia regional, principalmente depois das chuvas de março.
A projeção é que só a Canabrava gere um total de R$ 1.500 empregos durante seis meses, com fluxo de renda salarial estimado em R$ 20 milhões no mesmo período.
Com esta unidade operando, o fornecedor de cana terá mais uma opção para negociar preços. Com a Canabrava fora do jogo, restaria apenas a Sapucaia sob a bandeira da Coagro negociando orientada pela doutrina “pé no pescoço”.
Com a cotação do açúcar desvalorizado no mercado internacional, o setor deve priorizar a produção de álcool, que está com preço competitivo em função dos recentes reajustes da gasolina.








