Após sua morte na década de 70, o rei do rock Elvis Presley transformou-se em mito e passou a protagonizar teorias de conspiração e especulação.
A principal teoria era a de que o cantor não havia morrido. Teria forjado uma morte para passar a viver no anonimato. Daí a expressão “Elvis não morreu”, que inspirou vários revivals de músicas, visitas à mansão Graceland (em Memphis, no Tennessee), onde ele morou. A casa foi transformada em museu, atraindo milhares de pessoas anualmente. A teoria, portanto, fomentou grandes negócios envolvendo o espólio do artista.
Depois de Elvis surge um novo mito: Michael Jackson. Por meio de uma postagem no Twitter, um perfil que se identifica como célula dos hackers Anonymous afirmou que o corpo de Jackson está congelado num complexo empreendimento científico, desde que ele morreu oficialmente em 2009.
A postagem acusa a família de ter depositado o corpo a 200 °C negativos em um composto de nitrogênio líquido. O post mostrou imagens do corpo de Jackson, mas uma rápida investigação revelou que essas mesmas fotos já foram divulgadas na época em que o astro morreu.
Apesar do perfil utilizar o nome Anonymous, não há qualquer comprovação de que realmente tenha ligação com o grupo de hackers.








