Internado há três semanas no hospital Copa D’Or, no Rio, tratando uma pneumonia, Jaguar faleceu pela manhã. A morte foi confirmada por sua esposa, Celia Regina Pierantoni.
Nascido no Rio de Janeiro, Jaguar iniciou a carreira na revista “Manchete” em 1952. Seu talento, no entanto, ganhou destaque nacional em 1969, com a criação de “O Pasquim”, um semanário que usava o humor e a sátira para desafiar a censura do regime militar.
Além de suas charges políticas, Jaguar era o criador de personagens amados pelo público, como o ratinho filosófico Zig e o Gastão, o Vomitador. Ele também publicou livros de grande sucesso, como “Átila, você é bárbaro” e “Ipanema, se não me falha a memória”.
Em sua última entrevista, concedida em fevereiro durante um ensaio para a revista ELA, do GLOBO, o cartunista refletiu sobre a vida: “Tive uma vidinha boa. Não me aprofundava em meditações, ia vivendo o momento… Não planejo o futuro nem lamento nada do que fiz”.
As informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas pela família.
Da Agência Fonte Exclusiva.








