A CRV Editora já está preparando o volume 2 da Coleção de Antologias, o Poetas brasileiros modernos MOSAICO, cujos organizadores são Deneval Siqueira de Azevedo Filho, Elizabete Gerlânia Caron Sandrini, Cinthia Mara Cecato da Silva e Cláudia Fachetti Barros.
Esta Antologia trata de alguns poetas do Modernismo brasileiro, mais precisamente, escritos pelos seguintes estudiosos e teóricos: Adriano Carlos Moura, Cinthia Mara Cecato da Silva, Cláudia Fachetti Barros, Deneval Siqueira de Azevedo Filho, Elizabete Gerlânia Caron Sandrini, Mirella Márcia Longo, Felipe Augusto Leite, João Vicente Alvarenga, Lino Machado, Marcelo “Beso” Veronese e Virgínia Coeli Passos de Albuquerque, que, dialogando com autores e obras de uma fase muito rica da literatura brasileira, jogam com teoria diversas e aparato literário e crítico que estarão no corpo da obra, dividida em capítulos.
São os seguintes os poetas estudados e apresentados no corpo da Antologia, aqui apresentados na mesmo ordem de autoria descrita acima: LINO GUEDES: UM POETA NEGRO NA PERIFERIA DO MODERNISMO BRASILEIRO; ENTRE O PRONTO E O INACABADO: HAROLDO DE CAMPOS, O FENÔNEMO TRADUTÓRIO E AS POSSIBLIDADES DA PRODUÇÃO DE SENTIDO; CONCRETISMO: O VOO IMAGINATIVO DE DÉCIO PIGNATARI EM BUSCA DE UMA RAZOABILIDADE COMUNICATIVA; WALDO MOTTA: A POÉTICA DA ARTE NO ESCRACHO; NA PARTILHA DO SENSÍVEL, VIVA VAIA DE AUGUSTO DE CAMPOS:GENERALIZAÇÃO E REGENERALIZAÇÃO DE SENTIMENTOS; De redes e de anseios inundada: a estranha “mística” de Hilda Hilst; Torquato, Torquatália, Tropicália; O NATURALISMO ENGENHOSO DE UM POEMA CABRALINO; ECOLOGIA DE ROBERTO PIVA; A PALAVRA COMO FOTOGRAMA, O FOTOGRAMA COMO CITAÇÃO: O DOCE CORAÇÃO CLEPTOMANÍACO DE ANA CRISTINA CESAR.
Essa coletânea dá seguimento ao Poetas brasileiros modernos MOSAICO vol. 1, organizado pelos mesmos autores e publicado pela mesma editora. É, portanto, um patrimônio de nossa crítica contemporânea, pois trata com seriedade, cuidado e expertise de leitura com que os autores nesta antologia estudados realizam sua tarefa moldando imaginários sociais e individuais.
São todos ensaios de fôlego em que alguns deles trabalham a partir de uma visão de obra completa ou quase completa e outros realizam recortes significativos, informados por teorias contemporâneas, sempre dando a atenção à poética da linguagem, considerando a formação de um cânone pertinente e original que tão bem representa o nosso modernismo brasileiro mais contemporâneo.








