Toda vez que encontro uma dificuldade ou um atropelo qualquer que seja, hoje em dia, acalmo-me e procuro resolver a questão
Bem, estávamos programados para o lançamento do meu livro achados & perdidos (CRV, 2020), já há algum tempo, inclusive com convites distribuídos, no foyer do Palácio Nilo Peçanha (Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes) para sexta-feira, dia (13/03/2020).
Na sexta-feira última, tendo chegado a Campos para os últimos acertos, soube que não poderia servir bebida alcoólica aos convidados por determinação de proibição de uma lei municipal, etc e tal.
Não entendo um coquetel sem champanhe, sem um bom vinho, cerveja para os que gostam. Mas, como disse acima, não me apavorei. Cancelei o lançamento lá, no foyer da Câmara e procurei o Ramada, onde antes sempre lancei meus livros em Campos e onde os normais mortais podem tomar um drink e brindar o lançamento do livro.
Conversando, consegui no espaço do restaurante Columbia, manter as datas e local: LANÇAMENTO NO RAMADA, ESPAÇO DO RESTAURANTE, DIA 13/03, NESTA SEXTA-FEIRA, ÀS 19h30. Estaremos mais relaxados e confraternizando com drinks e salgados.
Enviarei convites novamente, com novo local – Ramada Hotel – e data e hora para todos.
De que trata achados & perdidos?
O livro é uma coletânea de crônicas, muitas já publicadas no Portal Viu!, pequenos ensaios e artigos sobre a contemporaneidade e seus acontecimentos, como diria Antonio Candido, ao “rés do chão”. E inclui, mais precisamente o seguinte mote:
“Ao pensar a relação entre realidade e ficção, sempre me instiga a reflexão de como a ficção aparece para mim como a verdade, o tangível, o que contém tanto o outrage como o sublime e a beleza, o grotesco, a impiedade, enfim, como a ficção é capaz de propor-nos novas maneiras de (re)ver o mundo, as pessoas, as vitórias, as desgraças, as desavenças e tudo mais. Em suma, como não pensar o Brasil de hoje em sua escrita de ficções sofisticadas sob todos os ângulos: estético, social, político, psicológico, histórico?
Em Achados & Perdidos, muitas vezes, meu olhar zombeteiro sobre questões várias, como, para exemplificar, minha reflexão sobre o real e o ficcional, são achados de vários escritos e rabiscos, no fundo de gavetas, em arquivos de notebook, usados aqui para dar uma espécie de ressignificação e ressingularização a diversas questões.
Sim, muitos assuntos são inumanizados, exumados para voltar ao chão, ao rés do chão: trazem sempre desilusões do processo histórico, este, perdido: Quem matou Getúlio Vargas,de Carlos Heitor Cony, ao Prêmio Camões, dado a Chico Buarque, em 2019, às “Araras Versáteis”, descaradamente hilárias, de Hilda Hilst, e por que não ao sertanejo de Euclides da Cunha, em Os Sertões, crônicas e artigos escritos, achados e perdidos, escritos ao longo de 10 anos. Achados & Perdidos é o meu olhar irônico e de galhofa, em alguns capítulos, da realidade que nos circunda hoje.”
SINTAM-SE CONVIDADOS, DIA 13/03/2020, ÀS 19H30, NO RAMADA HOTEL. LÁ BRINDAREMOS A UM FUTURO MAIS PROMISSOR!








