O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou dois pedidos de soltura do candidato à reeleição para a Câmara de Vereadores de São João da Barra, Ronaldo Gomes de Souza, conhecido como Ronaldo da Saúde (Cidadania) preso na última sexta-feira (30) durante operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).
Ele é acusado de crime de peculato pelo Ministério Público. No Habeas Corpus nº 0222584-74.2020.8.19.0001, o desembargador Sérgio Seabra Varella, da Vara do Plantão Judicial da Capital, negou o pedido de liminar a Ronaldo no sábado (31).
Em outra tentativa da defesa, o juiz Marcio Roberto Costa negou, no mesmo dia, um pedido para substituir a prisão preventiva em domiciliar com uso de monitoramento eletrônico.
Segundo a denúncia o vereador é acusado do crime de peculato, praticado 46 vezes. O GAECO/MPRJ requereu a prisão preventiva do vereador, além de busca e apreensão na Câmara e no endereço residencial. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara Criminal do município e cumpridos na tarde de sexta.
A operação denominada Casa Assombrada contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). O cumprimento do mandado de prisão foi registrado na 145ª Delegacia de Polícia e, posteriormente o vereador foi encaminhado ao presídio.








