Categoria denuncia aumento na carga horária como um dos ingredientes do pacote de maldades do prefeito Rafael Diniz;
Da Redação
Dezenas de servidores do município de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, realizaram uma manifestação nesta quarta-feira (19) em frente ao Centro Administrativo José Alves de Azevedo, sede do governo. Eles protestam contra o aumento na carga horária dos profissionais da saúde, medida que os manifestantes atribuem a um pacote de maldades adotado pelo prefeito Rafael Diniz (PPS).
Os servidores terão que trabalhar em regime de 40 horas. Atualmente a carga horária é de 30 horas. Além de aumentar a carga horária, o prefeito cortou alimentação, principalmente nos hospitais. “O jeito é comprar na rua ou levar de casa”, diz um servidor.
O clima de insatisfação já estava em escala crescente, porque este ano a categoria não recebeu reajuste. O governo alegou queda na arrecadação, o que é fato. O governo já está gastando quase 60% da arrecadação com folha de pagamento, quando a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) fixa um teto de 54%.
O aumento da carga horária virá acompanhado da instalação do ponto biométrico nas repartições públicas municipais, outro foco de insatisfação. A medida já é adotada na prefeitura de Macaé, por sugestão do Ministério Público Federal.
Esta é a segunda manifestação realizada por servidores em menos de uma semana. No sábado (15) um grupo realizou protesto pela manhã na Avenida Beira Valão, nas proximidades do Mercado Municipal, na zona central. Aos gritos de “servidor na rua, Rafael é a culpa é sua”, os manifestantes estampavam faixas e cartazes.
Durante a manifestação desta quarta-feira (19), o prefeito recebeu uma comissão de cinco pessoas, incluindo representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Siprosep).
* Agência VIU!








