Os prefeitos de Rio das Ostras, Carlos Augusto Balthazar, e de Macaé, Welberth Rezende, reforçaram a articulação pela duplicação da RJ-106, a Rodovia Amaral Peixoto. O tema foi tratado em encontro realizado nesta semana, quando os gestores alinharam estratégias para avançar com a pauta junto ao Governo do Estado.
Durante a reunião, ficou definido o encaminhamento de um documento solicitando audiência com o governador interino do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto de Castro. A intenção é levar ao governo estadual a demanda pela obra, considerada estratégica para a mobilidade e para a segurança viária entre os dois municípios.
O trecho em discussão tem cerca de 10 quilômetros e registra fluxo intenso de veículos diariamente. A rodovia é utilizada por trabalhadores, estudantes, empresários, moradores e prestadores de serviço que circulam entre Rio das Ostras e Macaé, especialmente nos horários de maior movimento.
Segundo os gestores municipais, a duplicação pode reduzir congestionamentos, diminuir riscos de acidentes e melhorar as condições de deslocamento na região. O prefeito Carlos Augusto afirmou que a situação atual gera transtornos e prejuízos, além de aumentar a preocupação com a segurança de quem utiliza a via.
A Rodovia Amaral Peixoto também é apontada como importante eixo de desenvolvimento econômico. A RJ-106 conecta áreas urbanas e polos produtivos, favorece a circulação de mercadorias e trabalhadores e tem impacto direto em áreas estratégicas, como a Zona Especial de Negócios de Rio das Ostras.
Para o secretário de Infraestrutura Urbana e Obras Públicas de Rio das Ostras, Wayner Fajardo, a duplicação tem caráter estruturante e pode beneficiar não apenas o trânsito entre as duas cidades, mas toda a dinâmica econômica regional. Segundo ele, uma rodovia com maior capacidade contribui para atrair investimentos, ampliar oportunidades e fortalecer a circulação de serviços.
A mobilização conjunta de Rio das Ostras e Macaé reforça o caráter regional da demanda. Para os municípios, a duplicação da RJ-106 é vista como uma obra necessária para acompanhar o crescimento da região, melhorar a qualidade de vida da população e ampliar a integração entre as cidades.
*Da Agência Fonte Exclusiva








