A urina pode ser um grande indicativo de Hiperplasia Prostática Benigna, doença que afeta 50% dos homens; Conheça um tratamento pouco invasivo, que não deixa sequelas e não exige internação:
Pesquisa realizada pela empresa de saúde Abbott em parceria com a Organização Não Governatamental Men´s Health Network, demonstra que a maioria dos homens não são atentos em relação a prevenção de doenças.
Pelo menos 61% admitem que só procuram ajuda quando necessário, mas não fazem consultas médicas preventivas ou check-ups anuais.
Outros dados apontam que quase metade (46%) dos homens demonstram medo de consultórios. Eles dizem que chegar ao médico provoca nervosismo, ansiedade e medo, enquanto que 50% admitem que o maior temor em procurar o consultório é descobrir que têm um problema sério de saúde.
A IMPORTÂNCIA DOS EXAMES DE ROTINA
Exames de rotina é um fator preponderante para o diagnóstico precoce de doenças que afetam a população masculina. Embora, a grande preocupação seja o câncer de próstata, existem doenças que homens acima dos 50 anos são acometidos e nem sabem.
São doenças que prejudicam o dia a dia do trabalho, em casa, vida social entre outros e que por meio de exames de rotina como PSA, toque retal e ultrassom seriam facilmente diagnosticadas.
A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), é um desses casos, uma das doenças mais comuns nos homens, que é facilmente diagnosticada e tratada, por isso, o exame preventivo é o caminho para o diagnóstico e tratamento. Só no Brasil, a doença atinge 14 milhões de homens.
SINTOMAS DA HIPERPLASIA PROSTÁTICA
1 – Dificuldade de urinar;
2 – Jato urinário fraco;
3 – Gotejamento no final
4 – Micção em dois tempos
5 – Sensação de que a bexiga ainda precisa ser esvaziada;
6 – Idas frequentes ao banheiro durante a noite;
7 – Vontade incontrolável de urinar
IMPACTO DO AUMENTO NA EXPECTATIVA DE VIDA
Com o aumento da expectativa de vida e do envelhecimento da população, é previsível um aumento na incidência de Hiperplasia Prostática Benigna.
Dados mais recentes sugerem que a doença deve atingir um quarto dos homens com 50 anos de idade, em um terço da população masculina na faixa dos 60 anos e em metade dos homens a partir dos 80 anos.
“Essa é uma doença que acomete 50% dos homens”, afirma o médico e professor Francisco Cesar Carnevale, que integra a equipe do Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa (CRIEP).
CINCO SINAIS DA DOENÇA EM ESTÁGIO AVANÇADO
1 – Sangue na urina;
2 – Infecção urinária de repetição
3 – Cálculos na bexiga;
4 – Retenção urinária;
5 – Insuficiência renal
TÉCNICAS AVANÇADAS NO TRATAMENTO
Uma grande alternativa para o tratamento do crescimento da próstata, ou HPB, é a técnica da embolização, que por ser minimamente invasiva, não mexe com a função sexual ou causa perda da ejaculação. Ou seja, o paciente não fica impotente e nem corre o risco de ter incontinência urinária. De acordo com o médico que é pioneiro neste tratamento, em mais de 300 pacientes tratados, a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%.
“Com esse procedimento o paciente é tratado de uma forma ambulatorial (day hosp), sem necessidade de internação, ” assegura Carnevale.
É extremamente importante que todos os homens, a partir dos 50 anos, façam o acompanhamento anual com o urologista, o especialista que acompanha todos os problemas da próstata dos pacientes, assim como outras doenças relacionadas ao aparelho urinário.
“Os pacientes devem realizar regularmente exames, como por exemplo o Prostate-Specific Antigens (PSA), o toque retal e fazer a ultrassonografia para obter informações mais específicas sobre possíveis doenças da próstata, ” destaca o médico.
Caberá ao médico e o paciente avaliar qual a melhor terapia a ser empregada no tratamento de determinadas doenças da próstata. Em alguns casos, inclusive com a confirmação por meio de biópsia, a HPB é assintomática (não exibe sintomas), mas pode interferir em algumas funções.
CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – O centro médico é referência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular, especialidade médica voltada ao tratamento minimamente invasivo das doenças com o auxílio de métodos de imagem.
Desde 1997, por meio de uma equipe de médicos da Universidade de São Paulo (USP) formada pelos especialistas Francisco Cesar Carnevale, Airton Mota Moreira e André Moreira de Assis, o CRIEP oferece aos pacientes tratamentos avançados utilizando as técnicas e equipamentos tecnológicos mais modernos.








