A polícia de São Paulo investiga o desaparecimento de Marcelinho Carioca. O ex-jogador de futebol não é visto desde domingo (17), quando foi de carro para uma festa em Itaquera, Zona Leste da capital paulista. Dois suspeitos foram presos pela Polícia Militar na região onde um veículo foi encontrado abandonado hoje (18), em Itaquaquecetuba. Não está descartada a hipótese de sequestro.
O GLOBO apurou que o carro do ex-jogador foi localizado abandonado em Itaquaquecetuba, São Paulo. O boletim de ocorrência é registrado como desaparecimento de pessoa e localização de veículo na Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes. O veículo deverá ser levado para a delegacia da cidade.
Sistema de Identificação Automatizada de Impressões Digitais foi acionado para apurar as circunstâncias e identificar os envolvidos.
Imagens do programa Balanço Geral mostram o carro atribuído ao jogador. O veículo é uma Mercedes-Benz CLA250, cinza, modelo 2022.
De acordo com o delegado Marcio Cursino, o veículo usado pelo ex-jogador chamou atenção de moradores por estar destrancado. O carro estava fechado, mas não trancado, e não tinha sinais de arrombamento.
Registro no Instagram do jogador mostra que ele desapareceu após ter participado de um show do cantor Thiaguinho, na véspera. A apresentação do pagodeiro foi no estádio do Corinthians, em Itaquera, na Zona Leste da capital paulista.
Quem é Marcelinho Carioca
Durante a carreira como atleta, Marcelinho Carioca , de 51 anos, atuou em times como Flamengo, Vasco, Santos e Corinthians, onde virou ídolo e o quinto maior artilheiro do clube paulista. Além do futebol, ele chegou a ocupar um cargo na Câmara dos Deputados por um breve período em 2015.
Autor de 307 gols (86 de falta) em 878 partidas na carreira, o craque foi um dos principais nomes do futebol brasileiro na década de 90 e início dos anos 2000. Apesar da origem carioca, como deixa claro o apelido, Marcelinho teve sua passagem mais marcante no futebol pelo Corinthians, onde se tornou um dos grandes ídolos da história do clube. Sua principal marca era a cobrança de falta, virtude que lhe rendeu o apelido de “pé de anjo”.
Com informações do Jornal O GLOBO.








