VÍDEO: Dezenas de pessoas presas em boate na cidade da Região dos Lagos são obrigadas a caminhar quase 1 km em corrente humana até à delegacia;
Dezenas de pessoas presas em uma boate de Rio das Ostras (RJ) como usuárias de drogas foram obrigadas a caminhar quase um 1 km em fila formando uma corrente humana pelas ruas da cidade da Região dos Lagos.
O caso que pode caracterizar abuso de autoridade e constrangimento se deu durante a operação Dama de Negro, realizada pela Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Civil Municipal na noite de sábado (16), na boate La Playa, no bairro Enseada das Gaivotas.
A Operação também aconteceu em outro estabelecimento conhecido como Galpão, de onde dezenas pessoas foram obrigadas a sair pelas ruas da cidade de mãos dadas até a Delegacia. Segundo informações do próprio delegado ao site local, eram todos menores e foram levados por consumir bebida alcoólica.
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Fonte: Facbook – Portal VIU!
DJ PRESO POR TRÁFICO
O DJ Gabe, que seria uma das atrações da noite na La Playa, também foi preso e autuado com outras quatro pessoas por tráfico de drogas. Os outros presos são Márcia Vanessa Correa, Thiago Barbosa da Silva, Rodrigo Muller Barbosa da Silva e Vitor Matias Gama. A maioria das pessoas conduzidas à delegacia foi liberada posteriormente.
Em entrevista ao site G1, o delegado da 128ª Delegacia de Polícia informou que a operação flagrou a venda de ecstasy, maconha, cocaína e frascos de cheirinho de “cheirinho da loló” durante a festa na La Playa.
A pedido da Polícia, a boate foi fechada e terá o pedido de cassação do alvará analisado pelas autoridades locais.
“Encontramos muita droga no local, principalmente ‘cheirinho da loló’ e droga sintética. Havia droga no chão, no banheiro, entre as garrafas de bebidas e, inclusive, em setores privados da casa de show, como na cozinha e no estoque”, disse o delegado citado na reportagem do G1.
As cenas de constrangimento viralizaram pelas redes sociais. Advogados consultados pelo Portal VIU! demonstram surpresa diante do festival de prisões, porque contra a maioria das presas não havia mandados de prisões. Um dos advogados chegou a comparar o episódio a casos semelhantes que aconteciam durante a ditadura militar.








