Alguns colaboradores do prefeito de Campos-RJ Rafael Diniz primam pela arrogância e estão ávidos por negócios;
Completando um ano a frente da Prefeitura de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, o prefeito Rafael Diniz (PPS) foi equivocadamente convencido de que pode aplicar toda carga de remédio amargo nos três primeiros anos de governo e tentar uma recuperação de imagem, em 2020, último ano de administração.
É uma aposta arriscada na teoria de que “o povo tem memória curta”. Não tem. Em tempos de rede social a memória é viva e pode ser reprisada exaustivamente, basta observar os vídeos com promessas de campanha que faz o governo corar de vergonha e mata a cidade de raiva.
Neste compasso dos Menudos contadores de história, Diniz perderá o tempo. Já está com a imagem no fundo do poço e não terá gordura financeira para fazer bondades. Os municípios petrorrentistas dificilmente voltarão aos bons tempos da fartura gerada pelo ouro negro. Se nem Temer com sua máquina de fazer dinheiro no Tesouro Nacional conseguiu produzir popularidade, imagina a Prefeitura de Campos, que não consegue pagar os professores com as verbas do Fundeb. A situação do governo tem termos de opinião pública é péssima.
A equipe de colaboradores do Prefeito, diga-se de passagem, cooperam para o fracasso, porque primam pela arrogância, falam o que os manuais de comunicação não recomendam e muitos estão ávidos por negócios. Isso não é bom. É o tipo de farra que termina em Benfica.








