Denúncias de pacientes levaram o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio, a intervir pessoalmente na Unidade de Pronto Atendimento da Barra. O caso envolve indícios de omissão de socorro médico, que teria provocado a morte de um bebê com 27 dias de nascido.
O bebê, segundo informações, foi levado ao plantão, mas ao chegar à UPA com os pais, ele foi encaminhado ao Hospital Público Municipal (HPM), porque a unidade da Barra não estaria atendendo casos de pediatria e pacientes hipertensos no dia.
A prefeitura está apurando o incidente. Caso fique configurada a omissão de socorro, o profissional responsável pelo atendimento vai responder a uma sindicância e poderá ser indiciado com base no código penal.
O incidente na UPA da Barra ocorre no momento em que o Ministério Público Federal (MPF) está vigilante quanto ao atendimento nas unidades de Saúde Pública. Promotores Públicos Federais já realizaram inspeções em vários hospitais públicos do Norte Fluminense. A escala do plantão médico bem como a frequência ao trabalho tem sido um dos temas mais fiscalizados.
De acordo com a postagem do jornalista Roberto Barbosa em sua página no Facebook, nesta terça-feira (19/05) o prefeito Dr. Aluízio interviu pessoalmente na UPA da Barra. Médico cirurgião, que acumula a função de gestor público com as consultas de rotinas em hospitais públicos, o prefeito prometeu apurar as denúncias com rigor, mas advertiu que é preciso evitar generalizações que possam atingir médicos que atuam de forma correta.
Esta semana uma médica da UPA utilizou a rede social para denunciar atraso de pagamento aos funcionários da unidade. A profissional, segundo informações extraoficiais, atendia na UPA, mas gozava de licença médica no HPM. Mas emerge outra constatação. Em contato com a reportagem do Portal VIU ONLINE, representantes da OS que administra a UPA asseguram que o pagamento está em dia, assim como os salários dos funcionários.








