O laudo preliminar do exame de necropsia da gestante Pâmela Ferreira Andrade Martins, de 22 anos, que foi morta e teve o bebê retirado da barriga, nesta quarta-feira (17), em Macaé, apontou que a causa da morte como uma hemorragia torácica por perfuração cardíaca por golpes sofridos no coração.
A arma branca utilizada para praticar o crime, pode ter sido um estilete encontrado na bolsa da suspeita, conforme a Polícia Técnica.
Já o bebê, que chegou morto à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Barra de Macaé, morreu por asfixia. Segundo o exame de necropsia, a criança viveu por poucos segundos e faleceu após broncoaspirar líquido amniótico. Por ter nascido vivo, o bebê precisou ser registrado, para que o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé pudesse atestar o óbito. O nome escolhido pela tia e a avó foi Ítalo Martins Manhães.
VÍDEO:
Em homenagem a Pâmela, parentes e moradores da comunidade Nova Holanda, em Macaé (RJ), soltam balões. *Fonte: Portal VIU! no Youtube.
O laudo deverá ser disponibilizado à 123ª Delegacia Policial (123ª DP) que investiga o caso, dentro de 10 dias.
A suspeita de matar mãe e filho, Priscilla Torquato da Silva, de 21 anos, foi transferida para Presídio Feminino Nilza da Silva Santos, em Campos dos Goytacazes, na tarde desta quinta-feira (18), após passar por exames no IML de Macaé.
Por alguns instantes, a família de Pâmela e a suspeita de praticar o crime ficaram juntas no mesmo ambiente. Os corpos de mãe e filho foram liberados na tarde desta quinta-feira e o velório está acontecendo na Rua 1, na Nova Holanda. Os sepultamentos estão marcados para ocorrer nesta sexta-feira (19), em Carapebus, município vizinho à Macaé.
ENTENDA O CASO
Na tarde de quarta-feira (17), a Polícia Militar (PM) foi acionada para verificar a morte de uma mulher dentro de sua casa, na comunidade Nova Holanda, em Macaé.
No local, encontraram o corpo de Pâmela no banheiro. Pouco depois, a equipe da UPA da Barra de Macaé também acionou a PM para informar o óbito do bebê de Pâmela.
Eles informaram que Priscila havia dado entrada na unidade de saúde afirmando que havia parido a criança em casa, mas verificou que o bebê estava morto e correu para buscar ajuda.
As informações são de O Dia.








