A comunidade escolar de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, enfrenta um grave surto de hepatite A. Mais de 20 alunos da Escola Municipal Professora Olga Teixeira de Oliveira apresentaram sintomas da doença, o que levou famílias a denunciarem as condições precárias da unidade.
Segundo os pais, o reservatório de água da escola fica em uma cisterna abaixo do nível do solo, cercada por esgoto aberto e sujeita à contaminação.
Além disso, problemas de higiene e a presença de roedores têm sido relatados há meses, sem solução definitiva.
Após as denúncias, a Secretaria Municipal de Saúde determinou a interdição da cisterna e anunciou medidas emergenciais: uso de caixas d’água com abastecimento regular, distribuição de água mineral, higienização reforçada e fornecimento de copos descartáveis.
O caso levantou preocupação sobre o risco de novos surtos. Especialistas lembram que a hepatite A pode ser evitada com saneamento adequado, higiene básica e vacinação.
Enquanto aguardam os resultados da investigação da Vigilância Sanitária, pais exigem que a prefeitura dê garantias de que situações semelhantes não voltem a ocorrer.
*Da Agência Fonte Exclusiva








