Empresa que detém o contrato do lixo já demitiu 500 trabalhadores; prefeito vai sangrar a especulação imobiliária reajustando o IPTU;
Da redação
Apesar da contratação milionária de algumas empresas em tempos recentes, as contas da Prefeitura de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, dão claros sinais de esgotamento.
A empresa Vital Engenharia, que tem o contrato do lixo, já trabalhou sete meses e só recebeu três meses. O contrato foi reduzido, o que obrigou a empresa a demitir 500 funcionários.
A cidade é um campo minado para investimentos. Para o próximo ano o governo prepara aumento da carga tributária. Para ajustar as contas terá que reajustar, entre outras fontes de receita, o IPTU. A medida é acertada, diga-se de passagem.
Neste esforço louvável, o governo vai atingir a espinha dorsal da especulação imobiliária e comprar uma briga com alguns aliados que bateram palmas para a sangria na carne da população de baixa renda, por ocasião dos cortes de programas sociais.
Não custa lembrar que o IPTU de Campos é um dos mais baratos do Norte Fluminense. A taxa de lixo embutida nos carnês é de R$ 0,25. Em Macaé, um exemplo bem próximo, custa R$ 4.








